Dnocs libera verba para obras no açude Taquara

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O DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) liberou R$ 7,5 milhões para as obras no Açude Taquara, no município de Cariré, noroeste do Ceará. O projeto consiste na construção de uma barragem de 2,5 km de extensão e 31 metros de altura. O objetivo é que o açude tenha capacidade de acumular 274 milhões de metros cúbicos com o barramento do Rio Jaibaras, no Vale do Acaraú. A obra abastecerá também as cidades de Mucambo e Pacujá, além de auxiliar no desenvolvimento da piscicultura e irrigação.

Segundo a FIDENS, empresa responsável pela construção e parceira da Marcosa há 16 anos, a obra está, atualmente, em processo de escavação em materiais de 1ª e 3ª categoria, aterros compactados, filtros e transições (proteções dos taludes). O projeto abrange também a compactação de aterro maciço, construção de vertedouro em concreto armado e montagens eletromecânicas. São cerca de 280 colaboradores e 90 equipamentos, entre eles 19 máquinas Caterpillar , motoniveladoras 140H, escavadeiras 330 CL e 320 DL, tratores de esteiras D6D, D6R e D6R-XL, pás-carregadeiras 950G e 950H e rolo compactador CP-533 que já estão sendo utilizadas na obra.

De acordo com Luiz Henrique de Pinho, Gerente de Suprimentos, Logística e Manutenção da FIDENS, a escolha pelas máquinas CAT é baseada na boa parceria com a Marcosa desde 1968. “Esse relacionamento tem se traduzido em confiança e boas soluções técnicas desde essa época”, diz. Luiz conta ainda que a revendedora CAT tem contribuído bastante com o serviço de pós-venda, através do qual são realizadas visitas periódicas do consultor técnico para verificar o desempenho dos equipamentos e realizar a manutenção e regulagem dos mesmos. Além do Açude Taquara, a FIDENS está participando de obras em mais oito estados brasileiros: Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rondônia, São Paulo e Tocantins.

FIDENS

Criada em 1968, sob o nome TERCAM, nasceu como uma prestadora de serviços para o setor de mineração. Entrando, em seguida, no mercado de construção pesada, a partir de 2005 passa a se chamar FIDENS. Ao longo de mais de 40 anos a empresa vem construindo uma sólida reputação no mercado, com o compromisso de proporcionar resultados sempre satisfatórios e a constante busca por inovações tecnológicas.

Atuando também no segmento de Concessões, a FIDENS conta com uma estrutura de apoio às operações, que inclui uma oficina, duas unidades administrativas e a sede, todas em Belo Horizonte. Há ainda os escritórios comerciais de Brasília, Campo Grande, Fortaleza, Rio de Janeiro, São Paulo e da África, em Angola e Moçambique, onde a FIDENS intensificou o processo de internacionalização dos seus negócios. Em 2008 a FIDENS adquiriu 17 máquinas CAT, completando um total de 100 produtos da marca em seu acervo.

PAC

Em janeiro deste ano, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou que as obras do açude Taquara seriam incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC. Isso garante que R$ 300 milhões sejam destinados tanto para a Barragem Taquara, como para a construção da Barragem Figueiredo, em Alto Santo (CE), que consiste em ações de reassentamento, desapropriação e a parte ambiental. Em quatro anos (2007 a 2010), segundo informações do site do PAC, o programa vai investir cerca de R$ 503,9 bilhões nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos.

Os investimentos estão divididos em três eixos de Infraestrutura: a Logística (R$ 58,3 bilhões), para construção e ampliação de rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos; a Energética (R$ 274,8 bilhões), para geração e transmissão de energia elétrica em todo o país, além de produção, exploração, transporte de petróleo, gás natural e combustíveis renováveis; e a Social e Urbana (R$ 170,8 bilhões), englobando saneamento, habitação, transportes urbanos, universalização do programa ‘Luz para Todos’ e recursos hídricos.

No Ceará, a previsão de investimento do Programa de Aceleração do Crescimento é de um total de R$ 19 bilhões, sendo R$ 18,4 bilhões até 2010 e R$ 0,6 bilhão para depois deste período.
 

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